Vem ai: The Song of David da Amy Harmon

terça-feira, maio 26, 2015

Pessoal, a Amy Harmon que acaba de chegar ao Brasil com o livro 'Beleza Perdida' pela a editora Verus, vai lançar agora o livro 'The Song of David', que muito embora seja um standalone - que pode ser lido independente de outro livro, é um spin-off de 'The Law of Moses". O livro será lançado em 15 de junho e está em pré-venda na amazon.

Amei essa capa e já estou ansiosa para ler esse livro, a sinopse parece promissora. Agora, uma coisa que me deixou curiosa, qual a relação desse David com o livro 'The Law of Moses'? Fiquei com medo de olhar e acabar descobrindo mais do que deveria. hahaha Alguém que tenha lido sabe?

Enfim, segue a sinopse que eu traduzi:


Sinopse: Eu ganhei a minha primeira luta quando eu tinha onze anos, e estive dando socos desde então. A luta é a coisa mais pura, verdadeira e elementar que existe. Algumas pessoas descrevem o céu como um mar de branco sem fim. Onde coros cantam e entes queridos aguardam. Mas para mim, o céu era outra coisa. Suava como o sino no início de um round, tinha gosto de adrenalina, que queimava com o suor nos meus olhos e fogo na minha barriga. Parecia com o borrão de multidões gritando e um adversário que queria o meu sangue. 

Para mim, o céu era o octagon. 

Até que eu conheci Millie, e o céu tornou-se algo diferente. Eu me tornei algo diferente. Eu sabia que eu a amava quando a assisti ficar perfeitamente imóvel no meio de uma sala lotada, com pessoas fazendo barulho, passando ao seu redor emquanto ela permanecia com a sua postura reta e inflexível de dançarina, o queixo erguido, as mãos soltas ao seu lado. Parecia que as pessoas não a viam de forma alguma, exceto alguns que se espremiam ao passar por ela, lançando olhares exasperados para o seu rosto sério. Quando eles percebiam que ela não era normal, saiam correndo. Como que parecia que ninguém a via, e no entanto, ela foi a primeira coisa que eu notei? 

Se o céu era o octagon, então ela era o meu anjo no centro de tudo, a menina com o poder de me derrubar e me levantar de novo. A garota pela qual eu queria lutar, a garota que eu queria reivindicar. A garota que me ensinou que, por vezes, os maiores heróis são anônimos e as batalhas mais importantes são as que pensamos que não podemos ganhar.
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