Review: Maybe Someday - Colleen Hoover

sexta-feira, dezembro 26, 2014
Título Original: Maybe Someday
Editora: Atria Books
Páginas: 385
Lançamento: Março de 2014
Gênero: Romance, Contemporâneo, New Adulto.
Onde Comprar: E-book Kindle-> Amazon BR

Sinopse: Aos vinte e dois anos de idade, Sydney tem uma ótima vida: Ela está na faculdade, com um emprego estável, apaixonada pelo o seu maravilhoso namorado, Hunter, e dividindo um apartamento com a sua melhor amiga, Tori. Mas tudo muda quando ela descobre que Hunter a tem traído - e tudo o que lhe resta é tentar decidir o que fazer a seguir. Sydney fica cativada por Ridge, seu misterioso vizinho. Ela não consegue tirar os olhos dele ou parar de ouvir a forma apaixonada pela a qual ele toca o seu violão todas as noites em sua varanda. E também há algo sobre Sydney que Ridge não consegue ignorar. Quando o inevitável encontro deles acontece, logo eles se veem precisando um do outro de outras maneiras...
Colleen Hoover mais uma vez surpreende. Eu realmente fico impressionada com a capacidade dela de inovar e criar histórias com pegadas diferentes. Na maioria da vezes os autores tem determinados padrões que se repetem em todos os livros. Mas isso não acontece com a Colleen. Ela não só difere por completo a personalidade dos seus personagens como também sempre inova no plano de fundo e dramas que movem as histórias. Ela não é uma autora que segue os outros e escreve mais do mesmo. Ela é do tipo que cria os padrões para os outros seguirem.

O que mais me impressiona é a qualidade das histórias. Parece que ela coloca tudo de si e mais um pouco em tudo que escreve. Ela cria os personagens e vive a vida de cada um deles.

Eu já nem sei mais qual é o meu livro dela favorito, porque cada um deles me tocou de formas diferentes. Mas com certeza, Maybe Someday é um dos meus três favoritos e provavelmente é o livro mais sensível e rico em detalhes que ela já escreveu. Para mim, ele tem tudo o que um livro precisa de ter para ser perfeito.

Aqui a gente tem a Sydney e o Ridgey. Ambos são adoráveis e já logo no começo se tornam extremamente queridos. Ela foi uma das personagens femininas mais fofas e coerentes que eu já "conheci". E ele além de sexy é também extremamente correto, altruísta e compassivo. 

Os dois são vizinhos e todos os dias as 20h a Sydney vai para a varanda vê-lo tocar violão. Até que um dia ela descobre que o seu namorado a tem traído com a sua colega de apartamento e se vê sem nenhum lugar para ficar. Ele a convida para morar em seu apartamento com a condição de que ela o ajude a escrever músicas para a sua banda. Sem muita saída, ela acaba aceitando. Eles se sentem completamente atraídos um pelo o outro, mas o problema é que a Sydney acabou de sair de uma relação machucada e ele tem uma namorada de 5 anos da qual ele é completamente apaixonado e leal. Qualquer coisa além de amizade é impossível para eles.

A música acaba fazendo-os se conectarem de uma forma muito mais profunda e logo a atração física, se torna um sentimento que os consume. No entanto, eles sabem que não podem fazer nada em relação a isso. Ela porque sabe que ele ama a namorada e se recusa a ser uma Tori (a sua ex amiga que a traiu com o seu ex namorado). E ele porque é fiel e leal a namorada que tanto ama. Só que nem tudo é tão preto no branco. E é isso que eles vão descobrir.
"Ei coração, você está ouvindo? Eu e você estamos oficialmente em guerra."
Mas não se preocupem. Porque apesar da situação, a Sydney não é do tipo que sai por ai curtindo roubar o namorado das outras e nem ele é do tipo sacana. E o interessante é que nem a namorada é uma chata da qual acaba ajudando o leitor a criar certa antipatia para termos uma desculpa para torcermos pela a "outra". Ela é extremamente fofa ao ponto de entendermos perfeitamente o porque do Ridge ama-la tanto.

Querem um conselho? Embarquem nessa história porque ela é linda e emocionante. Mostra que a gente não manda no coração e as vezes por mais que lutemos contra, não tem como fugir dos sentimentos. A única coisa que podemos é controlar as nossas ações e não fazer com os outros o que não gostaríamos que fizessem conosco. 
E também preparem os lencinhos porque você não vai chorar pouco não.
"Como sempre, eu aprendi que não podemos dizer ao coração o que fazer, quando, quem e como devemos amar. O coração faz o que diabos ele quer fazer. A única coisa que podemos controlar é se vamos dar as nossas vidas e as nossas mentes a chance de eles alcançarem os nossos corações ".
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