Filme: O Doador de Memórias

Elenco: Brenton Thwaites, Jeff Bridges, Meryl Streep, Katie Holmes,  Alexander Skarsgård, Odeya Rush e Taylor Swift
Direção: Phillip Noyce
Gênero: Drama
Duração: 97 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Classificação: 12 Anos
Sinopse: Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Para tanto uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de formar a poupar os demais habitantes do sofrimento e também de guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe a um jovem (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno desta tarefa.

Hoje eu assisti esse filme, e já de antemão adianto que eu não li o livro para fazer um paralelo entre eles. E pra falar a verdade, nem pretendo ler. Não porque eu não tenha gostado, pelo o contrário, ele é legal e tem um excelente elenco. Inclusive, fiquei um tanto chocada quando me deparei com a Meryl Streep e o Jeff Bridges. Sem falar naquela coisa linda do Alexander Skarsgård. hahahaha

Mas enfim, não pretendo ler, porque para um filme a história é boa o suficiente para eu doar 2 horas do meu dia. Mas para um livro?! Acho que não. Primeiro porque não achei o roteiro nem um pouco original. Honestamente, achei essa história uma mistura inteligente de Divergente (Veronica Roth) com Delírio (Lauren Oliver). Divergente no sentido de ter aquela coisa de chegar a uma determinada idade e você ser designado a uma categoria para conviver harmonicamente dentro de uma determinada sociedade. E Delírio porque as pessoas não conhecem emoções. Sem falar naquela coisa de uma barreira separando a sociedade especial do resto do mundo, e sendo proibido ultrapassa-la. Já vimos esse aspecto tanto em Divergente quanto em Delírio. 

A autora até que tenta imprimir no enredo algumas coisas novas. Mas nada que deixe uma marca de originalidade. Porque no fundo, a história acaba esbarrando com esses fatos que expus anteriormente.

Sim, as pessoas nessa sociedade não tem memórias do que aconteceu com o mundo antes de eles chegarem aonde estão. Os "anciões" retiraram as memórias por entenderem que assim seria melhor para evolução dos homens. Mas a cada geração existe uma pessoa que detém as memórias do que um dia foi o mundo e de como eram as pessoas. E o filme se chama The Giver (o doador em uma tradução livre), porque a pessoa que detém essas memórias precisa a cada nova geração quando aparece um novo receptor, doar essas memórias para ele, afim de que o conhecimento não seja perdido e ele possa ter a função de oferecer sabedoria e conselhos quando preciso. 


Eu particularmente acho que o final poderia ter sido melhor. Houve um detalhe muito mal explicado. Não sei se isso vem do livro ou se foi o roteirista do filme que não soube explicar. Quem já tiver visto o filme vai entender o que estou dizendo quando me questiono o seguinte: *spoiler*como que as pessoas recuperaram a memória de algo que elas nunca viveram!? *fim do spoiler*

Mas enfim, achei bonzinho, tem até um romancezinho, embora ele não seja muito explorado. 
E gostei do personagem principal também, achei ele uma gracinha. 
Bom, pra quem gosta de histórias distópicas, essa aqui é uma boa pedida. De 1 a 5, acho que daria uns 3,5. 


Confiram o Trailer:



Um comentário:

  1. Assisti ao filme ontem ou antes de ontem. No começo, achei muito tosco, mas admito que fui gostando cada vez mais <3 Não curti muito a atuação da Katie Holmes (ainda que a ame hahaha), mas Brenton me surpreendeu muito! Arrasou!

    ResponderExcluir

Tecnologia do Blogger.